Automação cadastral: do projeto ao dossiê em um clique
O mesmo dado do projeto vira memorial, diagramas e anexos sem redigitar potência, número de placas ou dados do titular.
Na prática, o mesmo dado do projeto é digitado hoje em quatro lugares: na planilha do dimensionamento, no memorial, no unifilar do CAD e no formulário da distribuidora. Cada digitação é uma chance de divergir potência, número de módulos ou dados do titular — e a divergência é o que a análise da concessionária encontra primeiro.
Fonte única: cadastra uma vez
O cadastro do projeto é o único ponto de entrada. De lá saem o dimensionamento elétrico, o memorial descritivo e de cálculo, o unifilar, o diagrama de blocos, a planta e os anexos de cada distribuidora — todos com o mesmo valor de potência, o mesmo arranjo e os mesmos dados de titularidade.
- — Módulos, inversores, padrão de entrada e localização em um só formulário.
- — Cálculos derivados: queda de tensão, condutores CA/CC, disjuntor, DPS e curto-circuito.
- — Nada de redigitar potência ou número de placas em modelos desatualizados.
O que isso muda no seu dia
O gargalo deixa de ser montar documento e passa a ser revisar. O time produz mais dossiês no mesmo dia, e o erro de digitação — que hoje aparece só na reprovação, 15 a 30 dias depois — é substituído por uma conferência imediata antes do protocolo.
Formulários, anexos e o conteúdo mínimo da solicitação de acesso seguem o PRODIST Módulo 3 (Seção 3.7) e as normas técnicas de cada distribuidora — a plataforma mantém os dois lados atualizados.
Resolva isso sem montar a papelada à mão