Diagramas unifilares: simbologia, bitolas e carimbo do RT
Como o unifilar sai do projeto já com proteções, padrão de medição, memória de cálculo e credenciais do responsável técnico.
O unifilar é o documento que o engenheiro da distribuidora olha primeiro: ele mostra, em uma página, o caminho da energia do módulo até o ponto de entrega. Se o diagrama e o memorial contam histórias diferentes, o processo volta.
O que não pode faltar
- — Arranjo CC: strings, quantidade de módulos por string e caixa de junção.
- — Inversor (string ou microinversor) com modelo e potência nominal.
- — Proteções CC e CA com bitolas e curvas, mais DPS e seccionamento visível.
- — Padrão de medição e ponto de entrega, com o ramal de entrada identificado.
Simbologia, legenda e memória
O diagrama sai com simbologia técnica regulamentar, legenda e a memória de cálculo anexa — porque o valor da bitola precisa ter origem rastreável, não ser um número escolhido no olho. O carimbo do responsável técnico acompanha o desenho.
Em formatos: SVG para revisar e DXF para quem ainda precisa abrir no CAD e ajustar detalhes de prancha.
Algumas distribuidoras exigem também o diagrama de blocos, com strings, stringboxes, quadros de distribuição e interconexão com a rede — exigência recorrente na Neoenergia e na Equatorial.
Unifilar dimensionado a partir do projeto