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Diligência da distribuidora: o que fazer quando o projeto volta

O relatório sai em 3 dias úteis e o prazo zera: como responder, o que reconferir e como evitar a reincidência.

Diligência é o nome que a distribuidora dá quando o processo volta para correção. Não é o fim: é um pedido de ajuste com prazo — e o prazo que estava correndo a seu favor para de contar.

O que a norma garante

  • A distribuidora precisa dizer por escrito o que está errado — não basta recusar.
  • O relatório da reprovação de vistoria sai em até 3 dias úteis.
  • Não cabe exigência de documento que não esteja previsto na regra de acesso.

Como responder

Trate a diligência como um item de projeto, com dono e data. Primeiro, classifique o motivo: é forma (documento, assinatura, procuração) ou é técnica (disjuntor, bitola, padrão de entrada)? Forma se resolve no mesmo dia; técnica exige revisar a memória de cálculo e, às vezes, o próprio projeto.

  • Corrija exatamente o que foi apontado e cite a regra que embasa a correção.
  • Reconferir o resto do dossiê antes de reenviar evita a segunda diligência.
  • Registre o motivo da volta no projeto: é o dado que evita repetir o erro.

O que a reincidência custa

Cada volta consome dias do cliente, horas de engenharia e credibilidade. Em um time que roda dezenas de processos por mês, o mesmo motivo aparece várias vezes — e quase sempre é o mesmo detalhe de forma daquela distribuidora específica. É por isso que registrar a causa vale mais do que corrigir rápido.

Atenção

Prazo de resposta e efeitos da reprovação variam por distribuidora e por tipo de obra. Confirme a regra vigente da sua concessionária antes de informar o cliente.

Aponte o impeditivo antes do protocolo

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